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domingo, 28 de dezembro de 2014
quarta-feira, 22 de maio de 2013
quarta-feira, 10 de abril de 2013
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
Tablet nas escolas, sim ou não?
imagem UOL
Lembremos o uso das calculadoras na escola básica. Durante anos, as opiniões divergiram de professor para professor e do ministério para os pedagogos. Atualmente, a grande questão prende-se com o uso dos tablet na escola básica.
A Folhinha de S. Paulo (Brasil) dinamizou um debate sobre a adoção do tablet nas escolas básicas. Um professor manifestou-se contra, pelo domínio digital das ferramentas que o uso implica, uma psicóloga, a favor do uso, defende a ideia de que, se algo correr mal, se deve ao adulto a responsabilidade.
Entre as posições radicais de ambos, a moda dos gadgets e o aumento do consumismo tecnológico, cabe-nos também fazer um debate sério em Portugal, em que devem ser equacionados em simultâneo os riscos e as vantagens numa fase etária tão sensível e permeável às influências.
fonte: Pesquisa Mundi
outra ligação UOL
terça-feira, 9 de agosto de 2011
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Novíssima geração do Ebook
A interactividade na tecnologia digital vai cada vez mais longe. É ver para crer.
sábado, 12 de março de 2011
Siftables nas TED
Muito interessante este vídeo. Fala-nos de pensamento espacial e interações físicas no mundo dos computadores. Os siftables no mínimo têm futuro como ferramenta pedagógica.
domingo, 6 de março de 2011
iTools numa escola básica pública
Os iTools vulgarizam-se nas escolas. Neste vídeo, que reconhecemos ser publicidade a uma marca, vemos alunos que lêem e estudam individualmente ou em grupo.
Talvez as novas ferramentas digitais incentivem a leitura.
iTools: Kindles in the Classroom from Minnetonka Public Schools on Vimeo.
Talvez as novas ferramentas digitais incentivem a leitura.
iTools: Kindles in the Classroom from Minnetonka Public Schools on Vimeo.
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
iPad obrigatório numa escola americana
Imagem Google, 2011
Uma escola do Tennessee junta-se a outras escolas privadas e universidades, que já utilizam os iPads como substitutos dos manuais e materiais de apoio ao estudo.
Na base desta medida, dizem, estão questões de saúde, porque os alunos deixam de carregar livros para passarem a transportar um iPad que não chega a pesar meio quilo.
Essa possibilidade para o ensino, em Portugal, ainda vem longe. Mas basta lembrarmos o que aconteceu com os computadores para os alunos. Há cinco anos parecia impossível.
O que impede que essas medidas se tornem longínquas na educação em Portugal? Duas questões essenciais, para não irmos mais longe,
- O mercado não está preparado para disponibilizar conteúdos
- O preço é elevado para as bolsas das famílias
Fontes: Ler ebooks
e Folha
domingo, 23 de janeiro de 2011
Usar o PC é mais fácil do que apertar sapatos
O estudo foi realizado pela AVG Technologies no final do ano passado e engloba entrevistas a pouco mais de 2200 mães de países como os Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Espanha, Japão, Austrália, e Nova Zelândia. Todos os entrevistados tinham casas com acesso à Internet.
Exemplos referidos pelo artigo:
58% das crianças do estudo sabem jogar no computador. Apenas 20% sabe nadar e 52% andar de bicicleta. 69% Controlam o rato do computador, mas apenas 11% sabem atar os atacadores. 28% conseguem fazer uma chamada pelo telemóvel, mas apenas 20% conseguem fazer uma chamada de urgência.
Net-etiqueta e interacção social fazem parte dos conselhos aos educadores.
"Especialistas consideram que estes conhecimentos em tecnologia vão ter utilidade no futuro, mas alertam para necessidade de os encarregados de educação controlarem o utilização que as crianças fazem de computadores e smartphones ligados à Internet, de forma a que a sua etiqueta online seja a mais correcta e segura. Também é necessário que as crianças continuem a privilegiar a interação social."
Fonte:Exame_informática
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Publicidade com qualidade
Vídeo atractivo que nos fala de uma realidade: de um mundo em mudança e da necessidade de nos adaptarmos. Afinal, não passa de uma peça publicitária, provavelmente institucional, sobre a oferta educativa pública em New Brunswick, Canadá. Mas vale a pena ver... Teremos alguma vez este tipo de publicidade dirigida a uma comunidade?
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Uma solução para a o problema da educação no mundo?
De Nova Deli à África do Sul e à Itália, o objectivo de Sugata Mitra é superar lacunas para alguns problemas da educação. O cientista explica-nos como, concedendo autonomia e apelando à auto-organização, pôs crianças de 10 anos a soluncionar problemas acima das capacidades e além das suas expectativas.
(Gravado no TEDGlobal 2010, Julho de 2010 em Oxford, . Reino Unido Duração: 17:14)
Arthur Clarke: ver AQUI e AQUI.
(Gravado no TEDGlobal 2010, Julho de 2010 em Oxford, . Reino Unido Duração: 17:14)
Arthur Clarke: ver AQUI e AQUI.
domingo, 31 de janeiro de 2010
O Riso do Kindle
Fonte: Revista Sábado, crónica de Alberto Gonçalves*, 28-01-2010
Ando preocupado com o Kindle. Não, não é outra criança inglesa desaparecida no Algarve ou uma agência de rating a prever a falência do país. O Kindle é o leitor de livros electrónicos da Amazon e foi o grande sucesso da empresa no Natal no ano passado, de resto o primeiro em que os e-books superaram as vendas dos livros propriamente ditos.
Abomino o Kindle com todas as forças do meu ser. Infelizmente, essas forças são débeis e não me impedirão de um dia comprar o pechisbeque e, pior, de o reverenciar com idêntica intensidade. Já me aconteceu o mesmo com a música, que comecei por acumular em discos de vinil aos quais jurei amor eterno. Depois, vieram os CD e a eternidade interrompeu-se. Ano após ano, os CD multiplicavam-se com o frenesim de fanáticos religiosos. Uma ocasião, mandei fazer uma estante adequada. Não sei descrever a alegria que experimentei a organizar milhares de caixinhas de plástico por género e autor, e a culpa por despachar o vinil para a prateleira rente ao chão, especialmente dimensionada em memória de um passado que seria injusto esquecer ou, dada a trabalheira com as agulhas, as limpezas e os riscos, apetecível recuperar.[...]
Porém, o infinito revelou-se novamente breve e durou o tempo necessário à disseminação de ficheiros digitais. Resisti ao iPod o que pude. Não pude muito. Nos idos de 2007, enfiei a estante em 80 gigabytes que cabem no bolso cnvencido, na minha recorrente ingenuidade, de que a evolução, digamos, teminaria aí. Não termina, nunca termina: o passo seguinte, consta, consistirá num arquivo online com cada peça musical alguma vez publicada, similar ao que guardará os filmes e "audiovisuais" em geral e que a prazo cobrirá de ridículo os saltinhos do VHS para o DVD e do DVD para o Blu-ray.
Mas uma coisa é abdicar dos suportes físicos da música e dos vídeos. Coisa distinta é abdicar dos livros. São mais numerosos. Ocupam mais espaço. É impossível contê-los, a fim de os ignorar, numa prateleira baixa. É impensável deitá-los ao lixo. Quando os livros ficarem obsoletos, terei paredes de inutilidade a assombrar-me com imaginária reprovação e pó verdadeiro. É algo tão macabro quanto manter as ex-namoradas embalsamadas na sala de estar, vivas ou mortas.
Ou pior. Uma ladainha analfabeta em voga garante que o importante é "ser" e não "ter". A ladainha desconhece que, em larga medida e em medida ainda maior no caso dos livros, somos aquilo que temos. E se o que temos se transforma num anacronismo, é inevitável que nos tornemos anacrónicos também. Ao contrário do que se julga, adquirir na meia-idade o Kindle ou gadgets afins não nos ajusta à época: apenas mostra, com requintada crueldade, que a nossa época acabou ou ameaça acabar. O Kindle, em suma, ri-se de nós, com o ecrã escancarado, e aposto que, cedo ou tarde, pagarei para ouvir o seu riso. Absurdo? A espécie é assim: está nos livros, entretanto ironicamente digitalizados e apetitosamente portáteis.
*sociólogo
Abomino o Kindle com todas as forças do meu ser. Infelizmente, essas forças são débeis e não me impedirão de um dia comprar o pechisbeque e, pior, de o reverenciar com idêntica intensidade. Já me aconteceu o mesmo com a música, que comecei por acumular em discos de vinil aos quais jurei amor eterno. Depois, vieram os CD e a eternidade interrompeu-se. Ano após ano, os CD multiplicavam-se com o frenesim de fanáticos religiosos. Uma ocasião, mandei fazer uma estante adequada. Não sei descrever a alegria que experimentei a organizar milhares de caixinhas de plástico por género e autor, e a culpa por despachar o vinil para a prateleira rente ao chão, especialmente dimensionada em memória de um passado que seria injusto esquecer ou, dada a trabalheira com as agulhas, as limpezas e os riscos, apetecível recuperar.[...]
Porém, o infinito revelou-se novamente breve e durou o tempo necessário à disseminação de ficheiros digitais. Resisti ao iPod o que pude. Não pude muito. Nos idos de 2007, enfiei a estante em 80 gigabytes que cabem no bolso cnvencido, na minha recorrente ingenuidade, de que a evolução, digamos, teminaria aí. Não termina, nunca termina: o passo seguinte, consta, consistirá num arquivo online com cada peça musical alguma vez publicada, similar ao que guardará os filmes e "audiovisuais" em geral e que a prazo cobrirá de ridículo os saltinhos do VHS para o DVD e do DVD para o Blu-ray.
Mas uma coisa é abdicar dos suportes físicos da música e dos vídeos. Coisa distinta é abdicar dos livros. São mais numerosos. Ocupam mais espaço. É impossível contê-los, a fim de os ignorar, numa prateleira baixa. É impensável deitá-los ao lixo. Quando os livros ficarem obsoletos, terei paredes de inutilidade a assombrar-me com imaginária reprovação e pó verdadeiro. É algo tão macabro quanto manter as ex-namoradas embalsamadas na sala de estar, vivas ou mortas.
Ou pior. Uma ladainha analfabeta em voga garante que o importante é "ser" e não "ter". A ladainha desconhece que, em larga medida e em medida ainda maior no caso dos livros, somos aquilo que temos. E se o que temos se transforma num anacronismo, é inevitável que nos tornemos anacrónicos também. Ao contrário do que se julga, adquirir na meia-idade o Kindle ou gadgets afins não nos ajusta à época: apenas mostra, com requintada crueldade, que a nossa época acabou ou ameaça acabar. O Kindle, em suma, ri-se de nós, com o ecrã escancarado, e aposto que, cedo ou tarde, pagarei para ouvir o seu riso. Absurdo? A espécie é assim: está nos livros, entretanto ironicamente digitalizados e apetitosamente portáteis.
*sociólogo
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