A criança prodígio Adora Svitak diz-nos que o mundo necessita de pensar à maneira das crianças ("childish" thinking): grandes ideias, criatividade selvagem e muito optimismo. Os maiores sonhos das crianças merecem elevadas expectativas, afirma a menina, a começar com uma grande vontade dos adultos em aprender com as crianças tanto quanto precisam para ensinar (tradução nossa).
Fonte: TED Talks
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sexta-feira, 6 de agosto de 2010
sábado, 28 de novembro de 2009
Nativos Digitais vs Imigrantes Digitais
O que é que está a mudar na comunicação humana?
E os jovens saberão sobreviver na era digital?
O Vídeo foi realizado com base nos dois textos de Marc Prensky. Alunos e adultos têm formas diferentes de actuar, de se adaptar, de tomar decisões. Alunos e adultos encaram a vida de modos diferentes.
Recursos a trabalhar:
E os jovens saberão sobreviver na era digital?
O Vídeo foi realizado com base nos dois textos de Marc Prensky. Alunos e adultos têm formas diferentes de actuar, de se adaptar, de tomar decisões. Alunos e adultos encaram a vida de modos diferentes.
Recursos a trabalhar:
- http://www.moodle.univ-ab.pt/moodle/file.php/3829/Prensky-The_Emerging_Online_Life_of_the_Digital_Native-03.pdf
Estes dois textos provocaram um profundo impacto na minha forma de encarar os alunos, de me ver a mim , enquanto educadora, e aos meus colegas professores. Ao lermos os textos, somo alertados para a maneira de pensar e de estar dos nativos digitais. Enquanto educadores, nós não poderemos doravante deixar de encara os nossos jovens sob essa perspectiva, porque é mesmo necessáiro que sejamos nós a mudar também.
O facto de os alunos terem formas de pensar diferentes de nós, leva-nos a ter de alterar práticas de ensino e a agir em conformidade com essas características.
Os alunos, ou estudantes digitais, não são melhores ou piores do que os Imigrantes digitais. Apenas aprenderam mais rapidamente o manusamento de ferramentas que para alguns de nós serão sempre um mistério. Mas , afinal, de que modo aprendem os nossos alunos, que sabem eles e do que necessitam ainda saber? Há quem diga que eles "não têm o pensamento profundo". Mas não há dúvida de que dominam conhecimentos que nunca dominaremos e muito menos quando tínhamos as mesmas idades. Cabe-nos a nós fazê-los construir estruturas mentais que sirvam de suporte aos conhecimentos. Eles podem estabelecer rapidamente contactos, dominam a informação, mas de que modo fazem as associações dessa informação? Como vão construir e tornar consistente o seu próprio conhecimento, de forma estruturada e organizada?
Os educadores deverão procurar saber cada vez mais sobre o modo como se operam estes processos de aprendizagem para poder dar qualidade ao ensino.
Num dos textos: "Digital natives digital immigrants", Prensky diz-nos: Se os educadores se querem aproximar dos nativos digitais, façam-no, mas párem de resmungar!
Estou com ele, incondicionalmente!
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